Os pés descalços,
Sentindo o chão...
Sinto os meus braços
Abertos a imaginação...
As imagens de portas
Abrindo e fechando-se...
Oportunidades, atadas
Com desperdícios, abraçam-se...
Um precipício,
Um não parar de cair...
Mas apenas o início
De querer partir...
Querendo chegar
Onde não possa desistir,
Sempre lutando, buscando...
Os meus ideais, perseguir.
Com a mente
A recriar o mundo...
E simplesmente
Ver a importância de um segundo.
Querendo ver redenção
No coração das pessoas...
Andando com os pés firmes, no chão,
E não vivendo à toa.
(Eduardo Gois)
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