terça-feira, 29 de novembro de 2011

Refúgio dos versos


A solidão do poeta...
A dor do coração...
Mas a alma livre...
Livre pra sonhar...
Livre para amar...
Para chorar...
O refúgio dos versos
Nos adversos
Da vida...

Solidão incontestável,
Dor inquestionável,
E liberdade inabalável...
Mesmo que
Machuquem o corpo,
Maltratem o coração,
A alma continua livre...

A força dos versos
Libertando a mente...
Não é a droga
Que me liberta,
É a poesia
E a sua liberdade,
Os seus versos
E a sua verdade...
É o amor a vida,
Os seus questionamentos...
Os seus mistérios...
Seus segredos...
É a palavra amiga...
Verdadeira...
É encontrar vontade de viver
Apesar de todas as dores...
É chorar quando
Se sente vontade...
É acordar toda manhã
E dizer:
“Obrigado senhor por mais um dia.”

Poeta solitário...
Com o coração machucado...
Mas alma livre...

                  (Eduardo Gois)

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